PCMG realiza segunda fase da operação Loki em Sete Lagoas

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Na manhã de terça-feira (19) a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) realizou a segunda fase da operação Loki, na cidade de Sete Lagoas, em endereços ligados a uma organização criminosa envolvida em crimes como estelionato e falsificação de documentos públicos e particulares. Durante a ação, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão.

A delegada Fernanda Mara que coordenou a investigação, revela que os suspeitos atuavam em diversas frentes para aplicar os golpes. “O grupo investigado aplicou várias modalidades de estelionato e crimes afins, inclusive a principal atuação foi se aproveitar da pandemia de Covid-19 e realizar diversos saques fraudulentos de Auxílio Emergencial e FGTS emergencial em nome de inúmeras vítimas. Durante um período de 20 dias, foram identificadas aproximadamente três mil ligações para o serviço da Caixa Econômica Federal para fraudar benefícios em nome de terceiros”.

No curso das investigações, foi apreendido vasto material probatório, como celulares, computadores, cartões em nome de terceiros e outros documentos indicando movimentação bancária suspeita dos investigados. Os materiais serão analisados para continuidade das investigações.

Três suspeitos estão com mandado de prisão em aberto. As investigações continuam no intuito de localizá-los, bem como identificar outros membros da organização criminosa e seus bens adquiridos ilicitamente.

A operação foi denominada Loki em referência ao homônimo personagem da mitologia nórdica, conhecido como o deus da enganação.

Participaram dos trabalhos 33 policiais civis, com empenho de dez viaturas. Com ASCOM PCMG

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