Carnaval do Rio de Janeiro deve reunir 7 milhões de foliões

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O carnaval do Rio neste ano deve atrair 7 milhões de foliões nas ruas da cidade, nos blocos e na festa das escolas de samba.

Nos quatro dias de folia, mais de 1,5 milhão de turistas devem circular pelo Rio de Janeiro, um dos destinos preferidos pelos brasileiros no carnaval, segundo a Riotur. Na agenda de atrações, além dos desfiles das escolas de samba, estão previstos os tradicionais blocos de rua, blocos de enredo e de embalo, concursos de fantasias, bandas e coretos.

Carnaval de rua
O carnaval de rua contará com 498 desfiles de blocos, por todas as áreas da cidade. Em 2018, foram 608, principalmente na zona sul. Uma reclamação constante das associações de moradores da zona sul é a destruição dos canteiros da orla de Copacabana, Ipanema e Leblon por causa dos desfiles. Para evitar transtornos este ano, a tradicional Banda de Ipanema, que se apresentava seis vezes durante o carnaval, vai desfilar quatro vezes este ano.

Os desfiles de blocos de grande público, que arrastam mais de 1 milhão de pessoas, como o Cordão da Bola Preta, ficarão concentrados na Avenida Presidente Antônio Carlos, na região central da cidade. A Rua Primeiro de Março será utilizada apenas para a estrutura dos desfiles.

A prefeitura informou que será ampliada a colocação de cercas para preservação de monumentos, canteiros e restinga (vegetação costeira). Serão 18 mil metros quadrados de cercas, com o uso de grades de metal aramado. As áreas de restinga na orla da zona sul serão preservadas com o mesmo material. No centro, na Avenida Presidente Antônio Carlos, serão utilizadas grades de contenção, com o objetivo de preservar a região histórica.

O número de ambulâncias equipadas com UTI Móvel será maior, além da ampliação do período de coleta seletiva de lixo, que contemplará 40 blocos, 15 pontos de venda e 30 postos de abastecimento de ambulantes. Haverá mais de 32 mil pontos com banheiro público (11 mil em cabines químicas) e 65 contêineres.

O presidente da Riotur, Marcelo Alves, disse que a cidade busca ter “o melhor carnaval”. “E ser o melhor é sinônimo de eficiência, conforto e segurança para quem curte o carnaval e para quem também não curte. A cidade não pode parar”.

Custo
O custo total da festa é estimado em R$ 72,4 milhões, sendo R$ 41 milhões de patrocínio da iniciativa privada e R$ 31,4 milhões virão de recursos da prefeitura.

No período do carnaval, a arrecadação do município deve ser incrementada em cerca de R$ 2,5 milhões, dos quais R$ 2 milhões com ISS e R$ 500 mil por meio das transferências de ICMS.

De acordo com o prefeito Marcelo Crivella, a ocupação da rede hoteleira deve superar a de 2018. Até o momento, 83% dos quartos serão ocupados, contra 76% no mesmo período do ano passado.

Para Crivella, o carnaval deve depender cada vez menos de recursos públicos. “Na medida em que a gente for tirando os recursos públicos, o carnaval vai conseguir os recursos privados, virão das empresas”, disse. Com Agência Brasil

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