Governo de Minas Gerais fechou 2019 com déficit de R$ 8,63 bi

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Minas Gerais fechou o ano de 2019 com um deficit de R$ 8,63 bilhões. É o que comprova a prestação de contas do Executivo contida na Mensagem 82/20, publicada ontem (15), no Diário do Legislativo.

De acordo com o documento do governador, a situação neste ano pode se agravar ainda mais em função da pandemia da Covid-19. A previsão é que o prejuízo dos cofres públicos aumente em mais R$ 7,5 bilhões. O processo fica em poder da Mesa da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), aguardando a publicação do parecer prévio do Tribunal de Contas.

De acordo com os relatórios encaminhados, a receita total do Estado foi de R$ 99,55 bilhões. Já a despesa somou R$ 108,18, auferindo o resultado negativo de R$ 8,63 bilhões.

A receita corrente, que representa a arrecadação com tributos, impostos e taxas, aumentou 2,30% no ano passado, pulando dos R$ 89,87 bilhões previstos, para R$ 91,93 bilhões realizados.

Por outro lado, a receita de capital, proveniente de operações de crédito, alienação de bens imóveis, amortização de empréstimos e transferências diversas, apresentou uma queda de 8,05%. Ao final, a receita total retraiu 2,35%, R$ 2,83 bilhões a menos do previsto para o exercício.

No comparativo entre os exercícios de 2018 e 2019, conforme o documento, houve uma variação positiva de 8,49% no total das receitas, significando um acréscimo em torno de R$ 7,79 bilhões em 2019. A maior fonte de renda continuou sendo o ICMS, que representou 43,91% do arrecadado.

A Receita Corrente Líquida (RCL), que representa o somatório das receitas tributárias deduzido dos valores das transferências constitucionais, apurada no final do exercício de 2019 foi de R$ 64,07 bilhões.Com ALMG

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