Pará de Minas: assaltante alvejado após troca de tiros com militares. Comparsa fugiu e carro foi recuperado

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Divulgação/Polícia Militar

No início da noite de quarta-feira, 15 de março, policiais militares apreenderam um Toyota Corolla, placas PXG-3610, que havia sido tomado de assalto em Nova Serrana, prenderam um dos autores do crime de 22 anos, que foi alvejado durante troca de tiros com os militares. A ação ocorreu na rodovia BR-262, KM 403, em Pará de Minas.

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Os militares da 19ª Companhia da Polícia Militar Independente foram informados de que o Corolla tinha sido tomado de assalto em Nova Serrana e seguia em direção à Pará de Minas.

A dupla de assaltantes fugiu do cerco montado no trevo do distrito de Antunes, feito por militares do município de Igaratinga. Depois fugiram de outro cerco feito por militares de Pará de Minas, ainda na BR 262, próximo ao viaduto de acesso à Itaúna. Eles continuaram a fuga, sendo perseguidos pelos militares, mas furaram outro cerco próximo ao bairro Serra Verde, onde tentaram jogar o veículo contra os militares.

Os marginais perderam o controle do veículo, caíram em uma canaleta à beira da rodovia, próximo a um motel existente antes da praça de pedágio da rodovia. Eles fugiram para a mata disparando tiros contra os policiais, que revidaram.

Durante o rastreamento, os militares localizaram o assaltante de 22 anos, caído e atingido por tiro na região do abdômen. Ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado ao Hospital Nossa Senhora da Conceição, onde ficou internado sob escolta policial, até o término de seu tratamento, à disposição da Polícia Civil e da Justiça.

O Corolla roubado foi removido para um pátio credenciado. Militares também apreenderam 10 munições de calibre .38, encontradas no carro e o aparelho celular do assaltante que foi preso. O segundo marginal continua foragido.

Os militares envolvidos na troca de tiros ficaram à disposição da Justiça Militar para apuração das condições em que ocorreram os seus disparos de arma de fogo, sendo que a princípio, os indícios apontam para a legítima defesa e estrito cumprimento do dever legal.

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