Apicultores mineiros reivindicam incentivos fiscais

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Melhor organização da cadeia produtiva, avanços na formalização da atividade e concessão de incentivos fiscais para a apicultura foram defendidos por representantes do setor em audiência realizada na quinta-feira (12), na Comissão de Agropecuária e Agroindústria da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

Conforme entidades do ramo, o Estado responde por 11% da produção nacional e é o terceiro maior produtor no País. Apesar desse cenário positivo, as reivindicações apresentadas permitiriam ao segmento crescer de forma sustentável e ampliar seu mercado, inclusive externo. Além de discutir a importância do segmento e seus desafios, a reunião, solicitada pelo deputado Leonídio Bouças (MDB), marcou o lançamento da Frente Parlamentar Estadual de Defesa da Apicultura.

Segundo o presidente da Federação Mineira da Apicultura, César Ramos Júnior, haveria cerca de 300 mil colmeias em Minas, produzindo em média 20 quilos de mel cada uma por ano, o que resultaria numa produção anual total estimada em 6 mil toneladas.

Contudo, a metade do setor ainda atuaria na informalidade e aqueles que caminharam para a formalização estariam sofrendo uma concorrência desleal. “O governo perde com isso e o setor não cresce como podia”, pontuou César, ao defender medidas como incentivos fiscais e mencionar situações como a do própolis verde produzido no Estado, mas que seria usado no Japão para a produção de cápsulas, por falta de regulação em Minas.

“Sem regulação perde-se em agregação de valor aos produtos da apicultura. A informalidade não permite, por exemplo, exportação para a Europa”, frisou ainda o representante do setor. Com ALMG

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