Venezuela registra casos e reforça campanha de vacinação contra a febre amarela

A Organização Mundial da Saúde (OMS), confirmou, ontem (14), sete casos de pessoas com febre amarela na Venezuela, sendo que seis pacientes não estavam vacinados.

As infecções começaram numa localidade rural ao sul do município de Maturín, no estado de Monagas, que fica na região nordeste do país. O primeiro caso foi confirmado em uma grávida, que já havia recebido a vacina contra a febre amarela.

Série de medidas em vigor
Na sequência, seis pessoas entre 24 e 82 anos também tiveram a doença. A OMS explica ainda que foi confirmado um surto de febre amarela em pelo menos 10 primatas na Venezuela, sendo sete no estado de Monagas e três no estado de Anzoátegui.

Segundo a agência da ONU, as autoridades venezuelanas já implementaram uma série de medidas de saúde pública, incluindo aumento da vigilância; maior controle de infestações do mosquito Aedes aegypti, que é vetor da febre amarela e reforço da vacinação em várias áreas do país.

Vacinar antes de viajar
No estado de Montaga, quase 70% da população foi vacinada, numa campanha que começou em novembro do ano passado, bem antes do surto. Atualmente, as autoridades locais continuam intensificando os trabalhos de imunização dos habitantes.

A OMS lembra que a febre amarela é uma doença viral hemorrágica, transmitida por várias espécies de mosquitos. Primatas e humanos podem ser infectados e o vírus tem o potencial de se espalhar rapidamente, podendo causar um sério problema de saúde pública. A vacinação é a forma mais poderosa de prevenir a doença.

A agência destaca que uma dose da vacina tem o potencial de garantir imunidade por toda a vida. A OMS recomenda que todos os viajantes internacionais tomem a vacina 10 dias antes de viajar para a Venezuela. A dose pode ser administrada a partir dos 9 meses de vida. Com ONU News

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