Centro Integrado de Comando e Controle Regional escalado para a Copa América

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O Centro Integrado de Comando e Controle Regional (CICCR), localizado na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, vai integrar o trabalho de dez instituições estaduais, federais e municipais (secretarias estaduais de Segurança Pública e de Administração Prisional, polícias Militar e Civil, o Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Guarda Municipal, BHTrans e a Secretaria Municipal de Segurança e Prevenção) durante a Copa América, que acontece desde ontem (14) e tem Belo Horizonte como uma de suas sedes.

Todas as comunicações entre esses órgãos utilizarão a infraestrutura de rede fornecida e/ou sob gestão da Prodemge. A rede de fibra ótica da Prodemge ainda interligará o CICCR com o Centro Integrado de Operações da Prefeitura Belo Horizonte, utilizando também a rede da Polícia Militar, da própria prefeitura e da CBTU. A Prodemge liderou todo o trabalho de integração e configuração dessa malha de comunicação que dará suporte ao funcionamento do plano de segurança.

Os trabalhos preveem, ainda, a utilização de drones da Polícia Militar e de duas carretas do Centro Integrado de Comando e Controle Móvel da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) – uma trabalhará no Expominas e outra na Esplanada do Mineirão. A Prodemge também foi responsável pela integração da comunicação de todos esses equipamentos e plataformas com o CICCR, que receberá as imagens geradas por eles em tempo real. As carretas farão o monitoramento com câmeras cujo alcance é de até cinco quilômetros. A tecnologia também permite visão noturna e leitura de calor, para a identificação de armas e objetos cortantes que possam estar com as pessoas que transitam na região.

Reconhecimento facial
A tecnologia de reconhecimento facial, desenvolvida pela Prodemge e em uso nas unidades prisionais do Estado, também será usada nas ações de segurança da Copa América. Dentro do Centro Integrado de Comando e Controle Regional (CICCR) da Sesp, um agente da Secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap) será responsável por utilizar o reconhecimento facial integrado ao Sistema Integrado de Gestão Prisional (Sigpri) para identificar se indivíduos suspeitos identificados por policiais têm passagem pelo sistema prisional.

O tempo de resposta na consulta ao Sigpri é de 5 segundos, fator determinante para a eficiência dos resultados. O sistema também apresenta maior precisão e maior facilidade de coleta de insumos para o processo de identificação, essenciais para o sucesso da iniciativa. A tecnologia de reconhecimento facial está sendo utilizada nas unidades prisionais desde 15 de maio como teste. Com Agência Minas

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