Brasileiras na briga pelo mata-mata da Liga Norte-Americana de futebol

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Foto: Divulgação/North Carolina Courage

Importante no cenário do futebol feminino, a Liga Norte-Americana chega na reta final da temporada regular. Das equipes que brigam pelas quatro vagas rumo ao mata-mata, três têm no elenco atletas brasileiras. Entre elas, ninguém menos do que Marta, eleita cinco vezes a melhor jogadora do planeta. Além da Rainha, outras seis brazucas atuam pelos gramados dos Estados Unidos.

Vice-campeão no ano passado e líder absoluto da edição 2018 temporada, o North Carolina Courage conta com a ajuda de Debinha para buscar o título desta edição. A atacante está entre as principais artilheiras da equipe, com sete gols marcados.

– Posso dizer que estou muito contente com a temporada que venho fazendo. Abri mão de muitas coisas para poder manter um bom rendimento na Liga. Acho que todo sacrifício que fiz está sendo recompensado. E é claro que fazer gols é sempre muito bom. Sou grata pelo meu time por me dar a liberdade de mostrar um pouco do que é o futebol brasileiro – comentou Debinha, em entrevista ao site da CBF.

Em 2017, o North Carolina terminou a fase de pontos corridos com a melhor campanha da competição. Porém, foi superado na decisão pelo Portland Thorns. Para seguir evoluindo e sonhando com a taça, a equipe de Debinha terá como próximo adversário o Orlando Pride de Marta e companhia.

– O Orlando é uma equipe muito boa. Mas, se mantivermos o nosso padrão de jogo e a nossa identidade há sempre uma chance de termos sucesso. E claro, é sempre muito bom rever as meninas e fico feliz em ver o sucesso delas. Mas tem aquele ditado “dentro de campo é dentro de campo”. A Marta é um caso à parte. Jogadora de muita qualidade e perigosa. Sabemos que se dermos bobeira ela vai decidir – encerrou a atacante.

Atual campeão, o Portland Thorns ocupa a terceira posição e vem recebendo uma ajuda à brasileira. Andressinha, que está na Liga desde 2015, explicou o motivo de as equipes estarem buscando jogadoras do Brasil para o plantel e também revelou como é enfrentar as companheiras de Seleção.

– Eles enxergam nas estrangeiras atletas que podem dar um toque especial ao time. E as brasileiras ainda mais por termos essa cultura de um estilo de jogo mais alegre e menos robotizado. É diferente enfrentar as companheiras de Seleção, nos conhecemos mais. Só que na hora da partida cada um defende o seu – disse a meia, também entrevistada pelo site da CBF.

Já o quarto colocado, Orlando Pride é o destino mais frequente das atletas brasileiras. O time tem no seu elenco quatro jogadoras que já vestiram a Amarelinha: Marta, Poliana, Mônica e Camilinha. A meia Thaisa também está nos EUA, defendendo o Sky Blue, que atualmente não tem mais chances de avançar para a próxima fase do torneio nacional. Com site da CBF

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