Sedinor/Idene quer acelerar energização de poços e pede apoio dos municípios

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Divulgação/Sedinor

A força-tarefa iniciada em fevereiro do ano passado pelo Sistema Sedinor/Idene, a Cemig e prefeituras, para energizar 1.500 poços tubulares nas regiões Norte e Nordeste de Minas Gerais, já rendeu bons resultados para centenas de famílias que sofrem com a falta d’água. Em 2016, a Cemig ultrapassou a meta de energizar 250 poços e concluiu os trabalhos em 274 obras. Porém, 98 ainda não entraram em funcionamento devido a pendências das prefeituras ou associações.

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O assunto foi tema de reunião realizada na quinta-feira (9), na Cidade Administrativa, pelo Sistema Sedinor/Idene, com a participação de representantes da Cemig e de 30 municípios que possuem poços tubulares pendentes de energização.

O objetivo é dar celeridade aos trabalhos e garantir, até 2018, o cumprimento da meta de ligar 1.500 poços tubulares para abastecimento de água nas comunidades rurais. São poços cujas obras foram ou estão sendo executadas por meio do Programa Água para Todos, do Plano de Urgência para Enfrentamento da Seca e outros (Codevasf, Dnocs, Copanor, Copasa, Amams, além das próprias prefeituras).

O secretário da Sedinor, Gustavo Xavier, lembrou que já foram investidos na perfuração e equipagem desses poços cerca de R$ 75 milhões e que as prefeituras precisam agilizar a documentação e a contrapartida dos municípios para que as obras entrem em funcionamento e cumpram com seu objetivo de amenizar os efeitos da seca.

“Precisamos caminhar no mesmo passo. A parte que cabe aos municípios não está avançando como deveria. Temos que finalizar a energização dos poços para que eles possam de fato suprir a necessidade das comunidades”, afirmou.

Para 2017, a meta é ligar 650 poços, mas, até o momento, apenas 100 estão em andamento. Segundo o gerente de Relacionamento com o Poder Público da Cemig, Ernane Antunes Braga, para que essa meta seja alcançada até o final do ano, é necessária a apresentação da documentação completa, por parte dos municípios, de 550 poços. Ele salientou, também, que a Cemig tem todo interesse em atender os municípios, mas que é preciso haver o esforço de todos para as ações sejam concretizadas.

“A energização dos poços tem sido discutida diariamente em reunião no Governo. Estamos sendo muito cobrados para atingirmos a meta. Temos total interesse de cumpri-la, mas para isso precisamos que cada prefeitura faça a sua parte”, ressaltou.

A parceria entre o sistema o Sedinor/Idene, a Cemig e as prefeituras busca diminuir a burocracia e garantir mais agilidade na instalação dos poços. O diretor-geral do Idene, Ricardo Campos, relatou que a ação garante rapidez na energização.

“Há comunidades nas quais os poços foram perfurados já há alguns anos, mas, por falta de energia, ainda não estão funcionando. Diante desta seca que se agrava na região, é preciso unir forças para garantir o abastecimento de água às famílias”, disse. Com Agência Minas

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