Insegurança alimentar pode afetar mais da metade da população iraquiana

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Acnur/Ivor Prickett (arquivo)

Mais da metade das famílias do Iraque correm o risco de não ter comida o suficiente. A pesquisa sobre insegurança alimentar foi feita pelo Programa Mundial de Alimentos (PMA) e pelo governo do país. A agência da ONU está pedindo US$ 113 milhões para fornecer refeições e assistência em dinheiro para 1,5 milhão de iraquianos até setembro. As informações são da ONU News.

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A situação é um reflexo do conflito no país, que contribuiu também para uma alta no preço dos alimentos. Segundo o PMA, este é um dos estudos mais completos sobre o tema já feitos no Iraque. Foram entrevistadas mais de 20 mil famílias iraquianas nas áreas urbanas e rurais.

A sondagem revela que quase 75% dos menores de 15 anos estão trabalhando no país, para ajudar suas famílias a ter comida na mesa. Com isso, eles acabam não conseguindo ir para a escola. Além disso, o índice de insegurança alimentar chega a ser duas vezes mais alto entre as famílias de deslocados internos, na comparação com as famílias que continuam nas suas casas.

O estudo foi feito antes do início da ofensiva militar em Mossul, portanto não traz informações sobre a situação de segurança alimentar entre os que fogem da cidade.

Segundo a análise, 53% dos residentes e 66% dos deslocados internos estão em risco de não ter o suficiente para comer. O levantamento traz recomendações ao governo e às agências humanitárias sobre como melhorar o acesso à comida e os índices de nutrição entre a população. Com Agência Brasil

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