OMS diz que medidas para conter covid-19 devem ser decididas caso a caso

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A Organização Mundial da Saúde, OMS, disse ontem (10) que medidas de contenção da nova cepa do coronavírus funcionam, mas precisam ser adaptadas a cada caso.

Em nota, a OMS afirma que esse tipo de decisão depende do número de pessoas que tiverem contraído a doença, em cada grupo, e de outros fatores locais. Para a agência, os benefícios à saúde pública devem ser proporcionais.

China
Na terça-feira, a OMS confirmou pelo menos 113.851 casos de covid-19 em 110 países. Somente na China foram 80.924 notificações de infecções. A doença já matou 4.015 pessoas, a maioria na China, onde surgiu a nova cepa do coronavírus.

Ainda nessa terça, começou a vigorar a quarentena em toda a Itália, a segunda nação com mais casos. O governo declarou o país uma “zona vermelha” para o coronavírus. De acordo com agências de notícias, as autoridades também pediram que as medidas de restrição de circulação sejam estritamente respeitadas.

A agência da ONU publicou uma lista com diretrizes muito específicas, incluindo gerenciamento clínico, testes laboratoriais e outros pontos.

Mas essas medidas devem ser decididas caso a caso. A OMS disse esperar que as providências da Itália funcionem.

Refugiados e deslocados
Em nota separada, a Agência da ONU para Refugiados, Acnur, pediu US$ 33 milhões para assistir possíveis refugiados afetados pelo surto com preparação, prevenção e resposta às necessidades imediatas de saúde pública.

O alto comissário da ONU para Refugiados, Filippo Grandi, contou que ainda não houve registros de candidatos a asilo ou refugiados doentes com o covid-19.

Mas lembrou que o vírus pode afetar qualquer pessoa, cabendo a todos a responsabilidade de garantir que a resposta global seja inclusiva.

Grandi destacou que permitir o acesso total aos serviços de saúde, inclusive para os mais marginalizados da comunidade, é a melhor maneira de proteção.

A agência destacou que todos incluindo refugiados, requerentes de asilo e deslocados internos têm o direito de acessar as instalações e serviços de saúde. Com ONU News

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