Mulher morre afogada em lagoa no município de Papagaios e familiares suspeitam de homem que estava com ela

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A equipe do 1º Pelotão do Corpo de Bombeiro de Pará de Minas solicitou que policiais militares se deslocassem até um local conhecido como “Lagoa Preta”, na zona rural de Papagaios, onde havia ocorrido o afogamento de uma mulher de 43 anos, no sábado, 9 de março.

Um homem de 60 anos relatou aos policiais e aos bombeiros que no sábado (9) estava se deslocando em uma canoa na lagoa, em companhia da vítima de 43 anos, sendo que devido ao local em que ela estava sentada, na ponta, a embarcação estava balançando muito e em determinado momento, a canoa virou, momento em que a mulher caiu na lagoa.

O envolvido de 60 anos disse ainda ter feito esforços para socorrê-la e evitar seu afogamento, puxando-a pelo braço e depois pelo pescoço, mas devido à densidade do mato e sujeira da beirada da lagoa e pelo fato da vítima se debater muito, acabou perdendo-a de vista na água. Relatou ainda que em seguida saiu do local para pedir ajuda.

Já no dia do acionamento da Polícia Militar, no domingo (10), os Bombeiros Militares localizaram o corpo da vítima de 43 anos, nas proximidades onde o envolvido de 60 anos disse tê-la perdido. Ainda segundo os Bombeiros, o corpo dela não apresentava sinal de violência, apesar de ter alguns hematomas e vermelhidão nos braços e pescoços, que podem ter sido causados pelos esforços do homem em salvá-la, enquanto a vítima se debatia.

A Perícia Técnica da Polícia Civil esteve no local, realizou seus trabalhos e encaminhou o corpo para o Instituto Médico Legal (IML) em Pará de Minas, para o exame de necropsia.

O envolvido de 60 anos apresentava embriaguez alcoólica. Familiares da vítima o acusavam de ter sido negligente com a vítima, causando seu afogamento. Alguns deles chegaram a acusá-lo de tê-la assassinado. Porém, diante das condições do corpo, do seu relato e demais circunstância, ele foi liberado, sendo todas as informações passadas à Polícia Civil, para demais providências.

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