Após queda de viaduto, Brasília tem poucas retenções no trânsito

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Marcelo Camargo/Agência Brasil

A interdição parcial do Eixão Sul devido ao desabamento na terça (6) de um viaduto na principal via de acesso à área central de Brasília teve pouco impacto no trânsito e não causou muito transtorno aos motoristas na primeira manhã após o acidente. Apenas alguns pontos apresentaram retenção, na altura dos desvios feitos pelo Departamento de Trânsito (Detran) com a ajuda do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF).

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As áreas mais prejudicadas foram o Eixão Sul, fechado no sentido Norte-Sul, e o Eixo Auxiliar – conhecido como Eixinho L. Este último apresentou trânsito um pouco mais intenso do que o normal por ser a rota alternativa mais próxima ao Eixão.

O chamado Buraco do Tatu – ligação entre o Eixão Norte e o Eixão Sul – está interditado, e os motoristas da Asa Norte foram obrigados a contornar a parte inferior da rodoviária para chegar à Asa Sul. Nas demais vias sugeridas pelas autoridades de trânsito como alternativas para alcançar a área central do da cidade – L2 Sul, L4 Sul, e W3 Sul – o trânsito fluiu normalmente.

Interdição
A princípio, o Eixão Sul permanecerá interditado em alguns trechos até o dia 19 de fevereiro. Neste período, serão feitas perícias técnicas, limpeza da área e análise para recuperação do viaduto. O Detran informou que, caso necessário, outras interdições poderão ocorrer, a fim de garantir maior segurança e fluidez na via.

O governo do Distrito Federal (GDF) anunciou que está organizando um plano de mobilidade emergencial para garantir o menor transtorno possível à população. O plano de recuperação será elaborado por comissão composta de representantes de órgãos do governo, especialistas do Conselho Regional de Engenharia (Crea), do Clube de Engenharia e da Universidade de Brasília (UnB). Segundo o Crea, o trecho do viaduto deverá ser recuperado em cerca de seis meses.

Para hoje está prevista a visita, no local do desabamento, do engenheiro calculista Bruno Contarini, que integrou a equipe que projetou o viaduto nos anos 50. Ele vai participar da comissão de avaliação do plano de recuperação do viaduto. Com Agência Brasil

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